Poemas

QUEM TANTO…

Ah, qual não foi o meu divino encanto

ao descobrir maravilhada o seu caderno h,

seus versos, linhas, seu baú de espantos

todo o poeta que estava lá!

 

Seu gosto pelo humor e o trágico

Mundos de nós, de Oz, de sapatos floridos

Reflexos ilusórios no espelho mágico

Inéditos e esparsos, tempos tantos idos…

 

Palavras e sangue sob a fantasia dos versos

Canções derradeiras de ninar na cama

Poesias abrandando em tempo adversos…

 

E meu rimador, doce aprendiz de feiticeiro

Atendendo aos homens pelo nome de Quintana

No batalhão de letras seguia justiceiro!

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