Contos e crônicas

E AFINAL, CADA UM TEM O SEU E É DONO DO SEU

Política, já tem que faça por aí (séria, correta; agressiva; maluca; mentirosa; meia-boca). Defesa dos direitos humanos também: os exagerados, os comedidos, os sérios, os aproveitadores, os adoradores do politicamente correto. Defesa dos animais: tem os que lutam mesmo, os que apoiam e os que adoram expor horrores para causar sensação. Religião: tem os de genuína fé e que demonstram com sutileza; tem os fanáticos, que querem te converter a qualquer preço; tem os ateus calmos, os ateus prontos para o ataque; tem os que tem fé por todos e os que são discretos. Música: temos os que compartilham seus gostos musicais com todo o direito, tem os que querem quase obrigar a gente a ouvir o que gostam, tem os músicos e cantores – geralmente os mais reservados e tem os xingadores de plantão. Opinião: tem os que opinam sobre tudo, os que não tem opinião, os que preferem guardar suas opiniões para si, os que discutem entre amigos, os que brigam contra o mundo.

Resumindo: vemos de tudo, eu curto um pouco de tudo. Mas não faço política, embora seja uma pessoa politizada mantenho o direito de guardar minhas opiniões. Não saio como louca defendendo os direitos humanos por dois motivos: o que faço ou já fiz pelo assunto não é motivo para que eu queira discussão pública e eu detesto os excessivamente politicamente corretos e suas chatices incontestáveis. Sou a favor de que se defenda o máximo possível os animais, pois são poucos os verdadeiramente engajados (apoiadores estão aos milhares curtindo tudo) mas que não se mostre cenas horríveis apenas para escandalizar. Serve para outros assuntos também. Sou uma pessoa de fé, respeito todas as religiões, mas não sou afeita a nenhuma e demando o mesmo o respeito por parte dos amigos e conhecidos. Quanto à música, eu amo música. Sou bastante eclética (não o suficiente para certas músicas), mas respeito o gosto musical de cada um. Desde que não queiram forçar a minha barra!

Minha opinião, como tudo em mim, me pertence, portanto, me reservo o direito de escrevê-la. Ou não. E assim como respeito sua opinião e seus direitos de espalhá-la, não me faça críticas desnecessárias e sem consideração.
Em resumo: o convívio nesta net como na vida, é ótimo, mas com respeito é bem melhor!

 

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